Líderes evangélicos globais se reúnem em Atenas, prometendo unidade e colaboração renovada.
O Secretário-Geral da Associação de Evangélicos na África (AEA), Dr. Master Matlhaope, juntou-se a líderes evangélicos regionais de todo o mundo em Atenas, Grécia, para um encontro histórico de dois dias, convocado pela Aliança Evangélica Mundial (WEA) nos dias 28 e 29 de abril de 2026. Representando a AEA, uma organização que abrange 51 nações e uma das expressões regionais mais abrangentes da igreja global, o Dr. Matlhaope trouxe tanto a importância quanto as aspirações da África para uma mesa de discussão onde o futuro da colaboração evangélica global foi debatido e repensado com seriedade. Este encontro, que contou com a presença da maioria dos delegados e alguns participantes online, abordou o fortalecimento dos laços entre a WEA e suas nove alianças regionais, a sustentabilidade financeira e uma estrutura colaborativa para um testemunho global compartilhado.
O Dr. Matlhaope apresentou a direção estratégica da AEA, uma organização que representa evangélicos em 51 dos 54 países da África. Ele delineou a Visão 2066 da AEA, que estrutura sua ambição continental em torno de sete aspirações para "A África que Deus Quer": unidade evangélica na evangelização e no discipulado intergeracional; comunidades nacionais financeiramente sustentáveis; sólida formação bíblica e teológica; ministério evangélico fundamentado em pesquisa; transformação comunitária holística; liderança ética e respeito ao Estado de Direito; e igualdade de oportunidades para todos, com foco especial em crianças, jovens e mulheres. Juntamente com a visão de longo prazo, o Dr. Matlhaope apresentou um novo plano estratégico de curto prazo ancorado em cinco pilares: Missão Holística, Tecnologia e Pesquisa, Advocacia, Liderança e Formação Teológica, e Transformação Social — gênero, família, crianças e jovens.



Também foram destacadas as novas iniciativas institucionais da AEA, incluindo o Centro de Recursos e Pesquisa da África (ARRC), a Coalizão Empresarial Cristã (CBC) e o programa FASAU, que envolve governos africanos por meio de ações diplomáticas para promover a liberdade de culto.
A visita de líderes da Aliança Evangélica Grega acrescentou uma dimensão local e profundamente comovente. Fotis Romeos, presidente da aliança, falou sobre como sua comunidade, que só recebeu reconhecimento legal como igreja em 2014, construiu seu testemunho por meio do ministério a migrantes e refugiados. Suas palavras ressoaram profundamente: “Não os ajudamos porque queremos alcançar algo. Nós os ajudamos porque somos algo.”
O encontro encerrou em Corinto, a antiga cidade onde o apóstolo Paulo passou dezoito meses fundando e nutrindo uma das comunidades mais complexas da igreja primitiva. Ali, delegados de nove regiões do mundo compartilharam a Santa Ceia, reafirmando sua identidade coletiva como filhos de Deus. Foi um encerramento apropriado para uma reunião descrita pelos participantes como crucial e estratégica para a igreja global: um momento para aquietar-se, para recordar o propósito do movimento e para renovar, juntos, o compromisso com a obra que temos pela frente.
O secretário-geral da WEA, Rev. Botrus Mansour, descreveu a atmosfera do encontro como “agradável, respeitosa e construtiva”, acrescentando: “Sentimos a unidade cristã em diferentes culturas no corpo global de Cristo”.”



O encontro em Atenas foi muito mais do que uma sessão de estratégia. Os participantes dedicaram tempo significativo à oração e à adoração, com discussões sobre discernimento dos tempos, liderança como discípulos de Cristo e o cultivo da liderança servidora em todo o Corpo de Cristo. O Corpo de Cristo foi citado repetidamente como a metáfora central, uma família global de diversas expressões, unida por um só Espírito e uma só missão.
A visita de líderes da Aliança Evangélica Grega acrescentou uma dimensão local e profundamente comovente. Fotis Romeos, presidente da aliança, falou sobre como sua comunidade, que só recebeu reconhecimento legal como igreja em 2014, construiu seu testemunho por meio do ministério a migrantes e refugiados. Suas palavras ressoaram profundamente: “Não os ajudamos porque queremos alcançar algo. Nós os ajudamos porque somos algo.”
O encontro encerrou em Corinto, a antiga cidade onde o apóstolo Paulo passou dezoito meses fundando e nutrindo uma das comunidades mais complexas da igreja primitiva. Ali, delegados de nove regiões do mundo compartilharam a Santa Ceia, reafirmando sua identidade coletiva como filhos de Deus. Foi um encerramento apropriado para uma reunião descrita pelos participantes como crucial e estratégica para a igreja global: um momento para aquietar-se, para recordar o propósito do movimento e para renovar, juntos, o compromisso com a obra que temos pela frente.




